sábado, 31 de julho de 2010

Reflexões sobre a palmada.

Psicologia


Reflexões sobre a palmada

Tapinha na bunda da criança que insiste em fazer bobagem? Se for aprovado pelo Congresso Nacional, o Projeto de Lei que propõe modificações no Estatuto da Criança e do Adolescente passa a proibir que os pais utilizem o castigo físico na educação. Apesar de representar uma iniciativa positiva no combate à violência contra crianças, precisamos pensar se é este o melhor caminho a ser seguido.

Não se trata aqui de defender a palmada, os beliscões ou qualquer outro tipo de castigo. O tema sempre foi alvo de discussões e ainda hoje pais, educadores e psicólogos não são unânimes na hora de defender sua eficácia ou criticar seu uso. Sem dúvida, o diálogo e o tom de voz firme podem atingir os mesmos resultados e são muito mais saudáveis para o amadurecimento. Mas sabemos também que em algumas situações uma palmada pode ser a única forma de conter uma criança. Quando falo de palmada não me refiro à violência. Violência é agredir, é beliscar ou bater em um bebê que ainda não aprendeu o significado do não, é chegar em casa nervoso e errar na dose na hora de dar uma palmada, é usar o castigo físico como única forma de contenção. A palmada (se for usada) precisa ser educativa, deve estar associada à conversa, só pode ser utilizada na criança que sabe que está fazendo algo errado e desafia os pais, precisa ser o último recurso quando todos os outros já falharam. Como fazer essa diferenciação? Como seremos capazes de saber quando o castigo ultrapassou o limite e tornou-se violência?

Penso se o ideal não seria investir primeiramente no trabalho com os pais. Conscientizá-los da importância de ter tempo para os filhos, do afeto, da responsabilidade perante o desenvolvimento das crianças, da necessidade de ensinar valores. Educadores em geral e professores poderiam ser treinados para identificar a violência familiar e agir sobre ela. Mais do que a punição, talvez precisemos buscar a educação.

Fonte: Positivo Informática / Psicologia

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Você sabe ouvir as pessoas?




Você sabe ouvir as pessoas?




Profissão


A boa comunicação é a base de qualquer relacionamento. Seja entre colegas de trabalho, amigos ou mesmo familiares, trocar informações de uma maneira eficiente evita conflitos e ajuda nas relações. Porém, comunicar-se bem não significa apenas conseguir expressar as próprias opiniões, mas também ter a habilidade de ouvir o que a outra pessoa está querendo dizer.

Ao escutar o outro, cria-se um clima de confiança, fortalecendo os laços afetivos. É ouvindo que mostramos interesse e disponibilidade para entender o que o outro quer transmitir ou compartilhar. No trabalho, saber ouvir é importantíssimo para perceber o que o cliente, o chefe ou os colegas esperam de nós. Entender essas mensagens é um grande sinal de competência.

Mas será que saber ouvir é uma tarefa fácil? Certamente, não. Ouvir de verdade significa colocar-se no lugar da outra pessoa e tentar enxergar o mundo com os olhos dela. Para isso, é preciso deixar de lado os preconceitos e as ideias que construímos com base em nossas próprias experiências.

Exercite seus ouvidos

Para ser um bom ouvinte, é preciso treino. A habilidade para ouvir pode ser aprendida e exercitada de forma bem simples, trabalhando a concentração e o autocontrole. Aí vão algumas dicas:


• Mostramos interesse pelos outros por meio da nossa expressão corporal. Por isso, sente-se próximo da pessoa com quem está falando e virado para ela e mantenha contato visual a maior parte do tempo. Isso ajudará a focar a sua atenção e a transmitir a sensação de receptividade e de segurança.

• Não interrompa o discurso da outra pessoa. Deixe-a falar primeiro para, depois, fazer perguntas ou observações. Muitas vezes, as pessoas precisam apenas falar para organizar os próprios pensamentos.

• Evite frases como: “Eu sei o que você está sentindo” ou “Eu já passei por isso”. Para quem está falando, isso pode significar que você não precisa ou não deseja mais ouvir.

• Não tente compreender a situação que a pessoa está relatando conforme as próprias ideias ou pensamentos. Lembre-se de que cada um sente e percebe o mundo de forma muito particular e o que funciona para você pode não funcionar para o outro.

• Não julgue a outra pessoa. Antes de fazer colocações, espere que ela peça seu conselho ou sua opinião.




Fonte: Positivo

sábado, 24 de julho de 2010

O que é a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação?

Dicas para Professores, Alunos, Gestores, Pais e Visitantes!

Faça o seu cadastro: OJE- Olimpíada de Jogos Digitais e Educação


A Olimpíada de Jogos Digitais e Educação é uma ferramenta que pode ser usada pelo professor de várias formas e sem muito esforço. A principal função do professor na OJE é a comunicação com os alunos, auxiliando a equipe no decorrer da competição. Portanto, há a possibilidade de maior integração com os alunos, diminuindo o distanciamento entre corpo discente e docente, facilitando a troca de experiências e o aprendizado.

Há também a oportunidade de levar o conteúdo da OJE à sala de aula. Para isto, o site do projeto possui uma área chamada Dicas de Aula, onde são sugeridas algumas maneiras de como o professor pode usar os jogos de forma didática nas aulas.

E, atenção: os professores aliados das equipes vencedoras também levam prêmios para casa!

Ainda está com dúvidas? Saiba mais sobre a OJE

O que é a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação?

A OJE é um projeto inovador que busca através de uma dinâmica de competição no mundo digital o aprimoramento dos processos de raciocínio, a produção de sentidos nos alunos e o estímulo ao trabalho coletivo e colaborativo dos participantes (que envolve alunos e professores), com o objetivo de motivá-los mais adequadamente para as atividades tipicamente escolares e instrumentalizá-los de maneira complementar na obtenção de melhores resultados curriculares. É um excelente aproveitamento educacional a partir de jogos digitais.

Como ajudar na divulgação da OJE?

- Falar do projeto nas reuniões pedagógicas

- Incentivar alunos e professores a se inscreverem

- Divulgar nas salas de aula, destacando os aspectos positivos do projeto

- Receber os promotores do projeto, facilitando o acesso aos alunos

- Disponibilizar os laboratórios de informática

O que a escola ganha participando da OJE?

Reconhecimento ao ser referenciada como uma escola participante de um projeto educacional diferenciado, de alto impacto e visibilidade estreitando a relação entre corpo docente e discente.

O que os professores ganham participando da OJE?

Mais aproximação com seus alunos e ferramentas para conduzi-los de forma adequada a este novo mundo os fazendo entender que aprender se divertindo também é eficaz.

O que os alunos ganham participando da OJE?

A OJE proporciona aos jovens uma oportunidade de usar positivamente a Internet e o ambiente de jogos, que além de divertidos, trabalham o conteúdo do ENEM. Além disso, os alunos, professores e escolas vencedoras ganham prêmios especiais.

Como surgiu a OJE?

A OJE é promovida pelas Secretarias de Cultura e Educação do Rio de Janeiro e desenvolvida em parceria com o Porto Digital. Criada em 2008, o projeto cresce a cada ano e hoje está presente nos estados do Rio de Janeiro e Pernambuco.